Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O antigo ministro da Educação e das Finanças Guilherme d'Oliveira Martins sublinhou hoje que as funções hoje encaradas como essenciais do Estado, como a educação, saúde e segurança social, têm que ser "naturalmente preservadas".
O antigo ministro da Educação e das Finanças Guilherme d'Oliveira Martins sublinhou hoje que as funções hoje encaradas como essenciais do Estado, como a educação, saúde e segurança social, têm que ser "naturalmente preservadas".
Guilherme d'Oliveira Martins, também antigo ministro das Finanças e atual presidente do Tribunal de Contas português, respondia desta forma aos jornalistas sobre as declarações do presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), segundo o qual poderá não haver dinheiro para pagar salários no próximo ano.
"Apenas posso e devo dizer que as funções sociais e essenciais do Estado - a educação, a saúde e a segurança social - têm que ser naturalmente preservadas", afirmou Guilherme d'Oliveira Martins, à margem da apresentação do relatório anual relativo ao exercício de 2011 do Tribunal de Contas Europeu, que decorreu hoje em Lisboa.
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