Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A restrição das tarefas consideradas trabalho portuário, prevista no novo regime laboral que vai ser discutido na quinta-feira, é o principal motivo do protesto dos estivadores de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz.
A restrição das tarefas consideradas trabalho portuário, prevista no novo regime laboral que vai ser discutido na quinta-feira, é o principal motivo do protesto dos estivadores de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz.
O presidente do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), entidade reguladora do setor, explicou à Lusa que hoje o trabalho portuário inclui toda a área de jurisdição do porto, sendo que a proposta de lei prevê uma restrição das tarefas a realizar pelos estivadores.
O serviço nas portarias, nos armazéns e a condução de veículos pesados deixarão de ser considerados como trabalho portuário.
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