Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O diretor do Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, defende que as leis de proteção de menores não podem permitir negociar com o agressor a saída da criança de casa para uma instituição, como acontece em Portugal.
O diretor do Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, defende que as leis de proteção de menores não podem permitir negociar com o agressor a saída da criança de casa para uma instituição, como acontece em Portugal.
Em declarações à agência Lusa, Luís Villas-Boas deu o exemplo do que se passa em Inglaterra, onde «não há proteção a brincar, nem há crianças que se suspeitam que são maltratadas e continuam na casa».
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