Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O primeiro-ministro afirma que a reforma do Estado é uma tarefa inevitável dos governos portugueses nos próximos 20 anos e avançará com o consenso possível, não podendo ficar parada por "medo do ciclo político".
O primeiro-ministro afirma que a reforma do Estado é uma tarefa inevitável dos governos portugueses nos próximos 20 anos e avançará com o consenso possível, não podendo ficar parada por "medo do ciclo político".
"O país não pode ficar parado, paralisado, por não haver consenso necessário à decisão, ou por simples medo do ciclo político, de evitar o desagrado do eleitorado", defendeu Pedro Passos Coelho, no encerramento de uma conferência sobre a reforma do Estado que decorreu no Palácio Foz, em Lisboa.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro sustentou que o Estado social e a coesão social não serão postos em causa, antes pelo contrário, dependem da realização dessa reforma, e negou que o seu objetivo principal seja financeiro.
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