Por: Diario Digital Castelo Branco
Os novos rostos da liderança de cada uma das escolas superiores que constituem o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) já são conhecidos e foram já empossados.
União e futuro foram as tónicas que se sobrevalorizaram em todos os discursos dos agora empossados presidentes das direcções de cada uma das escolas superiores.
Os novos rostos da liderança de cada uma das escolas superiores que constituem o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) já são conhecidos e foram já empossados.
A sessão solene pautou-se pela enorme participação quer da parte dos docentes desta instituição, quer de alunos e funcionários não docentes, uma resposta que, Carlos Maia, presidente do IPCB encara como “em tempos difíceis e atribulados, aqui está a prova de que, sempre que o IPCB precisa, a resposta de toda a comunidade académica, responde à chamada”.
De facto união e futuro foram as tónicas que se sobrevalorizaram em todos os discursos do agora empossados presidentes das direcções de cada uma das escolas superiores.
A necessidade de trabalhar em conjunto “interna e externamente”, ou seja, “entre nós, IPCB, e outras escolas do País ou fora dele”, é uma ideia que surge como que um objectivo primordial a concretizar. “O futuro só neste caminho faz sentido, numa altura conturbada como a que passamos”, sublinhou Carlos Maia.
A época de “mudança” pela qual o IPCB está a passar, uma vez que nenhum dos anteriores directores se manteve, foi vista por Pedro Veiga, presidente do Conselho Geral do IPCB, que participou nesta cerimónia através de videoconferência, pela impossibilidade de estar presente fisicamente, como uma forma de “potenciar essa mesma mudança de forma positiva, isto, saber agarrar essa mudança e saber conquistar uma nova era.Nem tudo é mau em tempos de mudança. Só aqueles que estão acomodados a maus hábitos devem temer pela mudança”, reiterou.
Joaquim Morão, presidente da Câmara de Castelo Branco, e Álvaro Rocha, presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, onde está localizada uma das escolas superiores do IPCB, a Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, marcaram presença nesta sessão.
O autarca de Castelo Branco não se cansou de atribuir elogios ao trabalho desenvolvido, ao longo dos tempos, nesta instituição, “sempre tendo em vista o desenvolvimento da Região e o contacto com a comunidade local”.
Trabalho este que Joaquim Morão aproveitou para sublinhar que “em parceria se trabalha muito melhor e, com parcerias como as do IPCB o caminho só pode ser o do óptimo”.
Com o peso da interioridade no seu discurso, Álvaro Rocha, marcou presença nesta cerimónia. “Somos uma Região e um Concelho do Interior, mas não tem sido isso que tem feito diminuir ou desencorajar o trabalho que é feito nesta instituição e Idanha é o reflexo disso mesmo”, frisou.
Também Carlos Maia ironizou sobre a temática da interioridade ao referir que “já vimos, por parte dos governos no poder, de tudo, mas será impossível que um dia consigam fazer que o IPCB seja uma instituição do litoral”.
Carlos Maia não terminou o seu discurso sem avançar que, recentemente, teve conhecimento que “vamos ter cortes orçamentais nos estágios profissionais” e acrescentou, “mesmo com os tempos difíceis por que também passa o IPCB, vamos assumir do nosso bolso esses estágios, pois pensamos que são fundamentais para os nossos alunos”.
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