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País 7 de julho de 2010

Portugal: Regionalização será “fermento indispensável para fazer ressurgir o país” – Carlos Lage

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte Carlos Lage, disse hoje que a regionalização será “o fermento indispensável para fazer ressurgir o país”. O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Carlos Lage, disse hoje que a regionalização será “o fermento indispensável para fazer ressurgir o país”.

Carlos Lage falava na abertura do seminário internacional “Promover a Coesão, Descentralizar o Estado, Desenvolver as Regiões: Que desafios em Portugal e na Europa?”, iniciativa que decorre hoje, durante todo o dia, no Convento de São Bento da Vitória, Porto, precisamente sob organização da CCDR-N.

“A construção das regiões em Portugal, sempre adiada, pode ser, afinal, o fermento indispensável para fazer ressurgir o país, que conta com a contribuição ativa, política, económica e cultural das suas diversas partes”, afirmou Lage.

O presidente da CCDR-N lamentou que Portugal seja “o Estado mais centralista” da União Europeia a 15 e, para sublinhar as virtudes da regionalização, citou os casos das regiões espanholas e mesmo os casos das regiões autónomas portuguesas dos Açores e da Madeira.

Lage pediu para se acabar com o “fantasma” que tem levado a protelar a regionalização e para se “construir consensos” em torno de uma matéria que, segundo frisou, o seminário organizado pela CCDR-N quer trazer de regresso à agenda política.

Os regionalistas, disse, não querem ser “derrotados pelo cansaço”, disse.

Também na abertura do seminário, o presidente do Conselho Regional do Norte, Francisco Araújo, disse que “a grave crise que se vive torna urgente o processo de regionalização”.

“As regiões administrativas são um instrumento essencial à racionalização do Estado”, afirmou, acrescentando que “serviços como os 18 governos civis há muito deixaram de fazer sentido e as suas funções serão exercidas com muito maior eficiência pelas cinco regiões”.

Acrescentou que a regionalização é decisiva “no combate ao desperdício de recursos públicos”.

O seminário prossegue, ainda de manhã, com o Painel “Cidades & Regionalização em Portugal: Riscos e Oportunidades”, com intervenções de Rui Rio, presidente da Câmara Municipal do Porto, e António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

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