Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os presidentes das Câmaras de Sever do Vouga e Oliveira de Frades ficaram “surpreendidos” com a notícia do abate de 3.200 sobreiros para construir a barragem de Ribeiradio-Ermida, mas ambos recordaram que a EDP prometeu uma replantação.
Os presidentes das Câmaras de Sever do Vouga e Oliveira de Frades ficaram “surpreendidos” com a notícia do abate de 3.200 sobreiros para construir a barragem de Ribeiradio-Ermida, mas ambos recordaram que a EDP prometeu uma replantação.
“Fiquei de boca aberta”, declarou hoje à Lusa o presidente da Câmara de Sever do Vouga, Manuel Silva Soares, quando foi confrontado com o número exato dos sobreiros que se preveem abater com a obra de implementação do aproveitamento hidroelétrico de Ribeiradio-Ermida, e cuja primeira pedra foi lançada no Governo de José Sócrates.
O Governo aprovou hoje a declaração de "imprescindível utilidade pública" da obra de implementação do aproveitamento hidroelétrico de Ribeiradio-Ermida, em construção no rio Vouga, que permite o abate de cerca de 3.200 sobreiros.
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