Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Fernando Serrasqueiro, que comentava em Luanda (Angola) o decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros, referiu que para além destes mais de dois mil postos de trabalho diretos haverá outros indiretos, ainda não quantificáveis, em setores como limpeza, segurança ou assistência.
Questionado sobre que receitas extra vai o Estado arrecadar com isso, o membro do Governo disse “não fazer ideia”, nomeadamente por não haver noção do incremento que a medida pode trazer a cada loja em concreto.
Quanto ao impacto que a medida vai ter em termos práticos para a economia real, Serrasqueiro considerou que vai ser “praticamente residual”.
“Chegámos à conclusão de que em cada sítio onde fechava uma unidade [ao domingo à tarde] abriam duas. Todas as lojas estão abertas ao domingo exceto um número muito reduzido, cerca de 50 na área alimentar e um bocadinho mais na não alimentar”, afirmou.
O secretário de Estado recordou que “em todos os locais onde há lojas que fecham há ao lado lojas que estão abertas todo o dia”.
“Isto também criava problemas de concorrência, que eles próprios vinham denunciando. Construía-se um espaço de 1999 metros quadrados e com isso estava-se aberto todo o dia. Ao lado estava outro de 2001 metros quadrados e já não podia abrir”, frisou.
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