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País 30 de julho de 2010

Óbito/António Feio: Cavaco Silva enaltece "elevadas qualidades humanas e artísticas"

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Presidente da República, Cavaco Silva, enalteceu hoje as “elevadas qualidades humanas e artísticas” de António Feio, cujo desaparecimento deixa um “enorme vazio”.

 

O Presidente da República, Cavaco Silva, enalteceu hoje as “elevadas qualidades humanas e artísticas” de António Feio, cujo desaparecimento deixa um “enorme vazio”.

“É, pois, muito justo que, neste momento de luto, preste a minha homenagem a um homem de elevadas qualidades humanas e artísticas que lhe granjearam o respeito de todos os que acompanharam o seu percurso pessoal e profissional”, escreve, numa mensagem de condolências à família de António Feio.

Ator e encenador, António Feio morreu na quinta feira no Hospital da Luz, em Lisboa, vítima de doença prolongada.

Expressando “grande pesar” pela notícia da morte de uma “figura bem conhecida e querida dos Portugueses”, Aníbal Cavaco Silva considerou que o desaparecimento de António Feio “deixa um enorme vazio entre todos os que se habituaram a conviver com ele”.

“Em nome do Povo Português, em nome da minha mulher e em meu nome pessoal, apresento sentidas condolências à família do ator e encenador que, pela sua longa carreira e pela forma como influenciou as novas gerações de atores, se transformou numa figura incontornável do teatro, cinema e televisão em Portugal, ganhando ao longo dos anos a estima de todos os Portugueses”, pode ler-se.

No final de Março deste ano, numa cerimónia de condecoração de sete personalidades ligadas à arte dramática na véspera do Dia Mundial do Teatro, Cavaco Silva agraciou António Feio com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

Falando na ocasião em nome dos condecorados, António Feio reconheceu "muita emoção pela distinção", manifestando-se "orgulhoso e honrado em pertencer à família do teatro".

António Feio, de 55 anos, estreou-se no teatro com Carlos Avillez, que o convidou para entrar na peça "O Mar", de Miguel Torga, no Teatro Experimental de Cascais (TEC), a 06 de maio de 1966, tinha apenas 11 anos.

O corpo do ator e encenador vai estar a partir das 18:30 de hoje no Palácio Galveias, em Lisboa.

O funeral realiza-se no sábado a partir das 16:00 para o cemitério dos Olivais, em Lisboa.

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