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Região 8 de setembro de 2010

Castelo Branco: Polícia Judiciária chamada a investigar incêndio no Instituto de Soldadura e Qualidade - bombeiros

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Polícia Judiciária foi chamada a investigar as causas do incêndio que, na madrugada de hoje, deflagrou no armazém do Instituto de Soldadura e Qualidade em Castelo Branco, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.

 

A Polícia Judiciária foi chamada a investigar as causas do incêndio que, na madrugada de hoje, deflagrou no armazém do Instituto de Soldadura e Qualidade em Castelo Branco, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.

O fogo eclodiu às 03:24 e entrou em fase de rescaldo cerca das 07:00, segundo o comandante distrital de operações de socorro, Rui Esteves, que disse que "parte da fábrica foi danificada", mas a "zona de escritório não foi afetada".

O responsável técnico das instalações de Castelo Branco do ISQ, Vasco Pires, considerou, entretanto, ser “ainda muito cedo” para determinar as causas do incêndio, adiantando que o fogo começou numa área onde se encontravam dois camiões que ficaram completamente destruídos.

O ISQ de Castelo Branco, através do seu Laboratório de Ensaios Termodinâmicos (LABET), estava a testar o revestimento térmico do primeiro vaivém espacial da ESA – Agência Espacial Europeia.

Para a realização dos testes, a equipa do LABET desenvolveu um equipamento especial e um método de ensaio inovador, mais completo do que o utilizado pela NASA, segundo a sua página na Internet.

“A parte técnica das instalações ficou muito danificada, mas os escritórios parece-me que estão salvaguardados. Em princípio, o projeto que tínhamos a decorrer para a ESA estará salvaguardado, mas ainda é muito cedo para tirarmos conclusões”, adiantou à Lusa Vasco Pires.

O presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão, já se deslocou ao local do incêndio, tendo manifestado disponibilidade para ajudar a encontrar uma solução para colmatar os elevados prejuízos registados.

O combate ao incêndio foi difícil, dado que no armazém atingido pelas chamas existia lã de vidro, pladur e gás r22 (de refrigeração).

O fogo foi combatido por 55 bombeiros, com apoio de 24 viaturas, das corporações de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Vila Velha de Ródão, Fundão, Proença-a-Nova e Sertã.

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