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Região 11 de novembro de 2010

Castelo Branco: Dia Ibérico das Cidades Amuralhadas assinalado com leitura de carta de princípios

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

 A leitura de uma carta de princípios sobre a preservação das cidades com muralhas vai marcar o Dia Ibérico das Cidades Amuralhadas, que se assinala hoje em Castelo Branco.  A leitura de uma carta de princípios sobre a preservação das cidades com muralhas vai marcar o Dia Ibérico das Cidades Amuralhadas, que se assinala hoje em Castelo Branco.

A iniciativa terá diversas atividades na zona histórica de Castelo Branco e, em simultâneo, envolve eventos em mais 46 cidades portuguesas e espanholas sócias do Fórum Ibérico de Cidades Amuralhadas (FICAM).

A leitura de uma carta de princípios sobre como se devem preservar as muralhas, a sua importância e as potencialidades turísticas que daí podem resultar será uma iniciativa comum às cidades sócias do FICAM, disse hoje à Lusa o vereador Arnaldo Brás.

“Com este dia pretende-se sensibilizar a população, mas sobretudo os jovens, para a importância da recuperação e conservação de um património que hoje procuramos promover como produto turístico”, disse o autarca.

A comemoração do Dia Ibérico das Cidades Amuralhadas procurará ainda estabelecer a ligação entre a muralha e a sociedade, através de uma componente afetiva.

Em Castelo Branco, o Dia Ibérico das Cidades Amuralhadas integra visitas de jovens do 1º ciclo das escolas da cidade ao castelo, um percurso guiado na zona histórica da cidade e uma conferência proferida pelo investigador Pires Nunes, sobre o tema «Castelo Branco – Uma Cidade Acastelada» (18H00, na Biblioteca Municipal).

A comemoração em simultâneo do Dia Ibérico das Cidades Amuralhadas foi decidida na reunião realizada pela direção do FICAM, em Castelo Branco.

Nesse encontro, presidido pelo autarca Joaquim Morão, foi ainda deliberado aceitar como membros do Fórum todas as cidades com presença ibérica.

“Esta abertura permitirá integrar todas as localidades que têm fortificações construídas durante os períodos em que foram colónias ou pertenceram aos reinos de Portugal e Espanha”, explicou à Lusa, Joaquim Morão.

Joaquim Morão considera que “esta nova dimensão global vem dar conta da importância que Portugal e Espanha tiveram em África, América e Ásia e coloca em destaque a relevância das muralhas como legado histórico, bem como fator estratégico no desenvolvimento económico, social, cultural e turístico”.

Outro dos objetivos da direção do FICAM é a criação, por parte da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) do Dia Internacional de Muralhas e Cidades Amuralhadas.

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