Por: Cristina Valente
A Federação Distrital da Juventude Socialista esteve reunida sábado com o presidente da Scutvias, em cima da mesa estiveram as portagens.
Artur Patuleia explica que apesar de a JS ter tomado uma posição no Congresso em Janeiro contra a introdução das portagens, agora a JS do distrito decidiu avançar para estes contactos a fim de reunir mais informações para poder tomar uma posição sobre o assunto.
A Federação Distrital da Juventude Socialista esteve reunida sábado com o presidente da Scutvias, em cima da mesa estiveram as portagens.
Artur Patuleia explica que apesar de a JS ter tomado uma posição no Congresso em Janeiro contra a introdução das portagens, agora a JS do distrito decidiu avançar para estes contactos a fim de reunir mais informações para poder tomar uma posição sobre o assunto.
“Nós entendemos que temos acima de tudo uma responsabilidade social e cívica para com o nosso distrito e os jovens do distrito. O que pretendemos com esta reunião, foi reunir informação para podermos tomar uma posição esclarecidos” diz Artur Patuleia.
O presidente da Federação Distrital do JS diz que uma alteração de fundo tão importante para o distrito não deve estar “desassociada” de um modelo estrutural socioeconómico de desenvolvimento para o distrito “essa é uma preocupação nossa porque ao ser tomada esta medida, introdução de portagens, podemos por em causa um modelo que foi seguido nos últimos anos” acrescenta o líder distrital da JS.
Artur Patuleia deu conta também da sua preocupação em relação à questão da sinistralidade rodoviária “queremos perceber se haverá um aumento de sinistralidade, em consequência da introdução de portagens”. As alternativas às auto-estradas são outra das questão que preocupa a Juventude Socialista “não falamos apenas de estradas alternativas, falamos também de transportes públicos”.
O director Geral da Scutvias Levi Ramalho, que recebeu a delegação da Juventude Socialista, lembrou que a decisão da introdução de portagens na A23 nada tem a ver com a empresa que é a concessionária da auto-estrada. Para o responsável é “inquestionável que a via foi e continua a ser motor de desenvolvimento da região”.
Tal como aconteceu com outras vias que passaram a ter portagem é esperada uma diminuição do tráfego “principalmente nos primeiros tempos, depois irá subir, mas mesmo ai ficando aquém dos números actuais” diz Levi Ramalho.
Actualmente, diz o director geral da empresa, já s nota um “ligeiro aumento de tráfego em relação a 2009, mas ainda estamos longe dos números de 2008”. Também o tráfego de veículos pesados internacionais teve uma diminuição “significativa”.
Levi Ramalho garante que até ao momento não há alterações quanto à data de inicio da cobragem “o que está consignado é 15 de Abril”. Para cumprir essa data a concessionária começa já em Janeiro a instalação dos 16 pórticos, entre Torres Novas e a Guarda.
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