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País 27 de dezembro de 2010

Presidenciais: Cavaco Silva apontado como “homem do leme” de que Portugal precisa

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O candidato à Presidência da República Aníbal Cavaco Silva foi hoje apontado em Oliveira de Azeméis, numa homenagem à comunidade portuguesa residente no estrangeiro, como “o homem do leme” de que o país precisa. O candidato à Presidência da República Aníbal Cavaco Silva foi hoje apontado em Oliveira de Azeméis, numa homenagem à comunidade portuguesa residente no estrangeiro, como “o homem do leme” de que o país precisa.

Hermínio Loureiro, presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, descreveu-o como “garante da estabilidade perante o nervosismo de muitos outros” e, dirigindo-se diretamente a Cavaco Silva, afirmou: “Precisamos de o ter como o homem do leme, alguém que, no meio da tempestade, não perca o rumo e leve a nau portuguesa a bom porto”.

Manuel Adelino, o jovem português que leciona no MIT - Massachusetts Institute of Technology, reforçou essa ideia: “O professor Cavaco Silva compreende os emigrantes como poucos em Portugal. Teve sempre a preocupação de manter um contacto estreito com a comunidade portuguesa no estrangeiro”.

Cavaco Silva, por sua vez, defendeu que “nunca como hoje o país precisou de ter na Presidência da República alguém com conhecimento e experiência para apontar um rumo que abra um janela de esperança” a Portugal.

Manifestando o seu “respeito e admiração” pelos cinco milhões de portugueses que projetam o nome do país no estrangeiro, o candidato fez referência especial aos jovens que emigraram por questões de emprego e prometeu: “Exercerei uma magistratura ativa para que esses portugueses possam um dia regressar a Portugal e aqui se realizem profissional e pessoalmente”.

Cavaco Silva descreveu esses jovens como “embaixadores de Portugal no estrangeiro” e insistiu na necessidade de que possam manter “o exercício dos seus direitos cívicos”, o que encara como um aspeto “essencial da sua ligação à pátria”.

“Por isso é que não aceitei promulgar o diploma que, durante as eleições legislativas, impunha voto presencial nas mesas de voto das comunidades portuguesas no estrangeiro”, declarou o candidato.

Recordando depois outras posições que assumiu durante o seu primeiro mandato na Presidência da República, Cavaco Silva acrescentou: “Chamei a atenção do Governo para o erro que iria cometer ao cortar abruptamente o contacto dos portugueses com as suas terras, eliminando de um momento para o outro o benefício do porte pago na imprensa regional”.

Para o candidato social-democrata, importa perceber que as eleições do dia 23 de janeiro são também “uma responsabilidade das comunidades portuguesas no estrangeiro”.

“Passem palavra a todos os que estão no estrangeiro”, pediu Cavaco Silva, “porque este não é tempo de se ficar indiferente”.

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