Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Fenprof teme que mais de 18 mil professores sejam colocados em mobilidade especial, tendo em conta as medidas aplicadas este ano pelo ministério, como a redução de turmas ou o aumento de alunos por sala.
A Fenprof teme que mais de 18 mil professores sejam colocados em mobilidade especial, tendo em conta as medidas aplicadas este ano pelo ministério, como a redução de turmas ou o aumento de alunos por sala.
As escolas identificaram, até ao final de julho, 6915 professores sem horário atribuído, segundo dados provisórios divulgados quarta-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).
Para a Fenprof estes números não correspondem à realidade, uma vez que o MEC "omitiu os 11.412 professores de quadro de zona pedagógica que também ainda estão para colocar", contou à Lusa António Avelãs, presidente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL).
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