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Região 16 de fevereiro de 2011

Sertã : Paulo Portas conferiu a falta de ajudas do Estado para prejuízos do tornado

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O presidente do CDS-PP visitou esta quarta-feira a fábrica Resicorreia, na Sertã, onde conferiu que ainda não chegaram as ajudas prometidas para fazer face aos prejuízos causados pelo tornado que, em dezembro, assolou a região e destruiu por completo aquelas instalações. O presidente do CDS-PP visitou esta quarta-feira a fábrica Resicorreia, na Sertã, onde conferiu que ainda não chegaram as ajudas prometidas para fazer face aos prejuízos causados pelo tornado que, em dezembro, assolou a região e destruiu por completo aquelas instalações.

Paulo Portas voltou ao concelho da Sertã, dois meses depois da passagem do tornado e do ministro da Administração Interna, Rui Pereira, ter prometido ajudas que, afirmou, “até à data não chegaram, nem se sabe delas”.

“Quando ouvi o ministro, aqui neste mesmo local, dizer que o diabo tinha andado aqui à solta, pensei que o Governo viesse cá mais vezes, para ver se a ajuda aos prejuízos causados pelo tornado, uma situação excecional, tinham chegado”, refere.

“Vou escrever ao ministro da Administração Interna, ao presidente do IAPMEI, à governadora civil (que para alguma coisa há-de servir, enquanto os governos civis não forem extintos) para os lembrar que ajudar é ajudar mesmo, procurar soluções é procurar soluções mesmo. Não é vir aqui no dia a seguir a uma intempérie, passar na televisão e esquecer os assuntos”, afirmou.

O líder do CDS-PP reiterou que essas ajudas são mesmo necessárias. “Seja pelo lado das linhas de crédito, que têm de ter um período de carência longo, seja por via dos impostos, dado que é uma empresa que paga a tempo e horas os seus impostos e eu vou lembrá-los do que prometeram e não cumpriram. E volto cá daqui a dois meses”, garante.

Há dois meses, na sua passagem pela Resicorreia prometeu voltar e cumpriu.

“Estive a falar com o empresário, que tem conseguido manter a sua empresa, pagou as suas contribuições e impostos ao Estado ao longo dos anos, participou numa reunião, em Dezembro, mas até hoje não houve solução nenhuma, nem proposta nenhuma, nem ao nível do IAPMEI, nem a nível fiscal, para apoiar este empresário e estes trabalhadores que estão a criar riqueza num concelho do interior”.

Jorge Correia, proprietário da empresa que ficou totalmente destruída, um prejuízo de dois milhões de euros, confirma que “até à data de hoje não chegou nada a nível de apoios, apesar das promessas por parte do Governo, quer pelo ministro da Administração interna, quer pelo secretário de estado da Administração Local”.

Na reunião de dezembro, em Castelo Branco, no Governo Civil, recorda que “disseram que iriam activar um plano, mas que não sabiam muito bem como iria ser e nada mais foi dito até agora”.

Algumas estruturas já estão a ser reconstruídas, adiantou, mas “a custas próprias”.

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