Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Na segunda-feira arrancam as conversações com o ministério, mas hoje, em declarações à agência Lusa, o presidente da LBP, Duarte Caldeira, foi avisando que, caso a instituição avalie as negociações de forma negativa, vão avançar medidas mais fortes de contestação, para dar vazão, afirmou, “à indignação que já está instalada e ao mal-estar já instalado” nos responsáveis dos bombeiros, que se reuniram hoje em congresso extraordinário da liga, na Figueira da Foz.
“A direção da liga foi mandatada por unanimidade, pelo congresso, para gerir este processo. No caso de não se verificarem resultados, fomos mandatados para por em prática os protestos públicos, assim como avaliar a ação judicial, eventualmente sob a forma de previdência cautelar, para suspender ou anular os efeitos do despacho” que altera as regras de transporte de doentes, acrescentou Duarte Caldeira.
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