Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Todos os médicos de família que lecionam no Mestrado Integrado em Medicina da Universidade do Algarve e uma grande parte dos médicos do Hospital de Faro vão apresentar demissão caso o reitor não recue na "cláusula da discórdia".
Todos os médicos de família que lecionam no Mestrado Integrado em Medicina da Universidade do Algarve e uma grande parte dos médicos do Hospital de Faro vão apresentar demissão caso o reitor não recue na "cláusula da discórdia".
"Caso o reitor não recue, todos os médicos de família que lecionam no curso e pelo menos uma grande parte dos médicos do Hospital [de Faro] apresentarão a sua demissão em solidariedade com a posição da direção", disse hoje à Lusa Filipe Gomes, médico interno de Radiologia no Hospital de Faro e assistente convidado no Mestrado Integrado em Medicina da Universidade do Algarve (MIM da UAlg ou curso de Medicina do Algarve).
A direção do curso de Medicina do Algarve anunciou a demissão em bloco na sexta-feira passada, dia 17, por causa de um novo protocolo que a UAlg tem de fazer, devido à recente criação do Centro Hospitalar do Algarve (CHA), que junta os hospitais de Faro, Portimão e Lagos.
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