Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
“Um discurso claro em que, mantendo alguma co-responsabilidade na política que está a ser realizada por este governo, digamos que é uma concertação condicionada, posicionando-se com um discurso de política alternativa quando se pode dizer que tomou partido. Tomou partido pelo seu partido e por tudo aquilo que o PSD vem defendendo”, disse Jerónimo de Sousa.
Para o líder comunista, o Presidente da República “quis dar um contributo ao seu partido e não um contributo para a resolução dos problemas nacionais”.
“Fez um diagnóstico correto, mas em termos das causas e dos causadores e das soluções, não encontramos resposta a não ser aquilo que é o programa do PSD”, defendeu.
No entender de Jerónimo de Sousa, Cavaco Silva revelou no seu discurso de posse o apoio a “uma conceção neo-liberal de privatizações, de reformas estruturais que não teve coragem de descodificar”, omitindo que “que quem está a fazer sacrifícios dolorosos é quem vive do seu trabalho”
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