Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, afirmou hoje que a ‘troika' não aceitou flexibilizar a meta do défice do próximo ano de 4% para 4,5% porque entendeu que isso teria consequências na credibilidade externa de Portugal.
O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, afirmou hoje que a ‘troika' não aceitou flexibilizar a meta do défice do próximo ano de 4% para 4,5% porque entendeu que isso teria consequências na credibilidade externa de Portugal.
Numa audição parlamentar sobre os resultados da oitava e nona avaliação, onde a ministra das Finanças não participa, Paulo Portas voltou a sublinhar que o Governo terá defendido desde o primeiro instante esta flexibilização mas a ‘troika' foi inflexível.
"A ‘troika' apresentou-se nesta matéria com uma posição de não flexibilidade. (…) O Governo defendeu desde o primeiro instante que era preferível um défice de 4,5%, ambos cumpriam as obrigações do tratado orçamental. O acordo possível foi o de estabelecer o défice em 4% e não 4,5% como o Governo defendia", afirmou Paulo Portas.
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