Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
“Fizemos o pedido oficial no sábado. É muito difícil contactar com a região de Sendai. Não estamos a tirar conclusões nenhumas, mas pura e simplesmente a tentar contactar com a nossa cidadã nacional”, disse o embaixador José de Freitas Ferraz.
“A Cruz Vermelha do Japão e a Cruz Vermelha Internacional estão a trabalhar junto dos deslocados e a sua missão tem como objetivo a reunificação familiar e responder a este tipo de pedidos”, acrescentou.
A preocupação da embaixada após o sismo de sexta-feira foi entrar em contacto com a zona mais afetada, aquela que foi atingida pelo tsunami, explicou o diplomata.
“Os contactos são difíceis, mas conseguimos contactar com uma portuguesa daquela região que nos disse que estava bem e também sabemos que outros dois portugueses na mesma zona se encontram bem, mas continuamos sem notícias de uma outra portuguesa”, explicou.
De acordo com os registos da embaixada portuguesa, cerca de 450 portugueses residem atualmente no Japão, a grande maioria na região de Tóquio.
“Em Tóquio, além de ter sido sentido um grande tremor de terra não aconteceu mais nada. A nossa preocupação é com as zonas mais a norte, com aquelas atingidas pelo tsunami”, afirmou.
A embaixada portuguesa em Tóquio tem estado também em contacto com turistas portugueses que se encontravam de férias no país e que segundo os dados avançados pelo embaixador José de Freitas Ferraz deverão ser entre 30 e 50 pessoas.
Depois do sismo, a embaixada de Portugal em Tóquio criou dois núcleos de apoio permanente que funcionam na residência do embaixador e na chancelaria, ambos praticamente 24 horas.
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