Por: Diario Digital Castelo Branco/Diario Digital
Algumas centenas de professores começaram já a concentrar-se frente à Assembleia da República, para protestar contra a prova de conhecimentos exigida a todos os docentes contratados que queiram dar aulas e tenham menos de cinco anos de serviço. Os docentes gritam «demissão», pedindo a saída do ministro da Educação.
Algumas centenas de professores começaram já a concentrar-se frente à Assembleia da República, para protestar contra a prova de conhecimentos exigida a todos os docentes contratados que queiram dar aulas e tenham menos de cinco anos de serviço. Os docentes gritam «demissão», pedindo a saída do ministro da Educação.
À entrada da Assembleia da República estão também centenas de professores que querem assistir nas galerias à apreciação, pelos deputados, do Decreto-Lei n.º 146/2013, que pretende enquadrar a imposição da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências (PACC), e duas petições pela anulação da prova, obrigatória para quem não tem vínculo à função pública.
Na segunda-feira, o ministro da Educação anunciou que a prova seria obrigatória apenas para os docentes com menos de cinco anos de serviço.
Apesar de esta mudança reduzir o número de docentes abrangidos, tal «não reduziu o número de manifestantes» contra a prova, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Professores Contratados (ANPC), Cesar Israel Paulo.
Os deputados deverão analisar duas petições contra a prova, uma das quais lançada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) que «conseguiu reunir mais de 22 mil assinaturas».
Os docentes esperam que os deputados consigam «suspender ou mesmo revogar o exame absurdo», estando a ser convocados para estarem também presentes nas galerias do Parlamento para assistir ao debate.
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