Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O julgamento que opõe a empresa de comunicação Cunha e Vaz a Manuel Maria Carrilho, onde o antigo ministro da Cultura é acusado por difamação, começa hoje depois de ter sido adiado em janeiro devido a razões processuais.ロレックスコピー時計 コピー時計 スーパーコピー時計 時計コピー 超人気コピー時計
O processo foi movido pelo proprietário da Cunha e Vaz devido ao livro de Manuel Maria Carrilho "Sob o signo da verdade", onde o socialista acusa a empresa de comunicação de comprar jornalistas e comentadores, justificando assim a sua derrota nas eleições autárquicas de 2005. オメガコピー ロレックスコピー カルティエコピー エルメスコピー バーバリーコピー コピー時計
A decisão de pronunciar Manuel Maria Carrilho pelos crimes de difamação e ofensa à pessoa coletiva foi tomada pelo Tribunal da Relação de Lisboa.
Em janeiro, após tomar conhecimento da decisão do coletivo de juízes de adiar a sessão, o antigo ministro da Cultura de António Guterres reiterou que aquilo que escreveu no seu livro "corresponde à verdade" e que por isso tem motivos para estar tranquilo.
Manuel Maria Carrilho ironizou ainda a situação de arguido, afirmando que "se toda a gente" que referiu no livro decidisse processá-lo "iria ter de responder a mais de 300 processos".
Por seu turno, António Cunha Vaz, ouvido também pelos jornalistas, lamentou o adiamento do julgamento e manifestou vontade de "levar o caso até ao fim".スーパーコピー時計 時計コピー kopetokei オメガコピー時計 ロレックスコピー時計
Questionado sobre o processo, António Cunha Vaz afirmou: "A única coisa que posso dizer é que o senhor Carrilho no seu livro chamou-me corrupto e mercenário e agora vai ter de provar em tribunal que isso é verdade".
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