Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Há um ano, “a diminuição de carteira de encomendas era preocupante, mas hoje esse problema está ultrapassado”, sublinhou o sindicalista.
A tendência não é “um sinal de retoma”, garante, é antes o resultado de muitas fábricas terem encerrado, “deixando mais trabalho para as que ficaram”.
A esmagadora maioria das fábricas “tem uma boa carteira de encomendas, nalguns casos até se pede trabalho suplementar e até há empresas com pedidos superiores à capacidade instalada”, destacou.
No entanto, as oportunidades de trabalho que surgem “estão sempre dependentes de necessidades pontuais” e o saldo entre os postos de trabalho criados e destruídos nos últimos cinco anos “continua a ser negativo”.
Segundo números do STBB, desde 2000 encerraram cerca de 60 empresas do setor têxtil e perderam-se 4.800 postos de trabalho no distrito de Castelo Branco.
Por outro lado, o sindicato considera irregulares as propostas de remuneração e trabalho de algumas empresas e apela às entidades competentes.
Luís Garra considera que “os centros de emprego deviam exigir-lhes outro tipo de comportamento, designadamente àquelas que reiteradamente atrasam pagamentos e violam legislação laboral”.
Uma fiscalização que considera necessária “para bem dos trabalhadores e dos outros empresários, que cumprem, e que não devem estar sujeitos a concorrência desleal”.
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