Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
As fontes do consórcio confirmaram que o valor que se exige a Portugal corresponde ao gasto com a preparação dos estudos e da posterior oferta para o concurso, que Portugal suspendeu por razões “técnicas e financeiras”.
As fontes contactadas pela Lusa em Madrid não especificaram o modo como será reclamado o montante em causa.
Há exatamente seis meses, o Governo decidiu anular o concurso público internacional relativo à construção do TGV no troço Lisboa-Poceirão.
Num despacho publicado em Diário da República a 17 de setembro, o executivo justifica a decisão com a “significativa e progressiva degradação da conjuntura económica e financeira” de Portugal, situação decorrente da “grave e conhecida crise financeira mundial”.
Nesse altura, fonte do grupo FCC disse à Lusa que o consórcio recebera uma notificação do Governo português de “não adjudicação do concurso público internacional” para o troço Lisboa-Poceirão da ligação de alta velocidade.
O agrupamento Tave Tejo integra a espanhola FCC (26 por cento), as portuguesas Ramalho Rosa-Cobetar (um por cento) e Conduril (nove por cento) e os italianos da Impregilo (25 por cento) e da Cimolai (quatro por cento), bem como a sociedade gestora de participações sociais EHST - European High Speed Trains (35 por cento).
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