Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
«O líder do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda transmitiu-nos que existe aqui um denominador comum ao nosso posicionamento. Temos uma grande sintonia», afirmou à Lusa o líder da UGT, Carlos Silva.
Sem querer especificar as normas concretas do Orçamento do Estado, Carlos Silva disse que a «sintonia» com o Bloco incidia nos cortes salariais da administração pública, bem como o corte de complementos, sobretudo aos reformados e pensionistas das empresas do setor empresarial do Estado, particularmente do Metro e da Carris, e na contribuição extraordinária de solidariedade.
Também o líder da bancada parlamentar do BE não quis apontar concretamente as normas que os bloquistas querem ver ser sujeitas ao crivo do Tribunal Constitucional, mas convergiu nas matérias enunciadas pela UGT.
«Da nossa parte, creio que estas três matérias estarão presentes, não creio que esgotem, mas isso é ainda o trabalho que estamos a fazer», afirmou.
Os deputados do Bloco (oito) não são suficientes para suscitar um pedido de fiscalização da constitucionalidade, para o qual é exigido um mínimo de 23 deputados, pelo que deverão consensualizar um texto com os deputados do PCP (14)e do PEV (2), tal como no ano passado.
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