Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O buzinão concentrou-se na Praça Rainha D. Leonor, onde se cruzam algumas das principais artérias da cidade.
Antes disso, a organização deslocou-se ao Governo Civil de Castelo Branco, onde Alzira Serrasqueiro “manifestou total solidariedade na luta contra as portagens”, garantiu o porta-voz da comissão João Freire.
A governadora civil do distrito reafirmou à Agência Lusa não concordar com as portagens, embora neste caso se manifeste "a título pessoal".
No governo civil ficou uma cópia das 35 mil assinaturas recolhidas nos últimos meses, documento que já esta semana chegou à Assembleia da República.
Apesar da divulgação feita pela comissão nos últimos meses, o valor das portagens continua a ser uma incógnita para muitos utentes, embora saibam que a fatura pode ser pesada.
Judite Correia foi apanhada no buzinão de Castelo Branco, depois de já se ter cruzado no protesto do Fundão, onde tem família.
“O meu pai diz que vai gastar mais em portagens do que em gasóleo”, referiu, em relação ao familiar que se desloca várias vezes por semana a Portalegre.
“Uma pessoa que trabalhe da Guarda e viva em Castelo Branco tem um custo superior a 15 euros por dia”, disse João Freire, com base no preço de 8 cêntimos por quilómetro.
Os buzinões na Covilhã, Fundão e Castelo Branco são o fim de um ciclo de protestos, que vão continuar em abril na manifestação conjunta com um movimento de empresários prevista para dia 3 na Covilhã e a marcha lenta que vai percorrer todos os distritos no dia 8.
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