Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O presidente do IPCB, Carlos Maia, afirmou hoje que “estudo vai permitir identificar lacunas e resolver problemas que afetam os idosos do concelho, através da intervenção da autarquia”.
Abel Rodrigues, um dos coordenadores do estudo, explicou em conferência de imprensa que através desta análise pretende-se “ir ao encontro dos interesses e necessidades efetivas das pessoas mais velhas”.
O estudo está a ser realizado por 75 alunos das escolas superiores de Educação e de Saúde, no âmbito do projeto Cidades Amigas das Pessoas Idosas, e vai abranger 382 pessoas, com mais de 55 anos.
O objetivo do trabalho passa por identificar aspetos positivos e os obstáculos em oito áreas distintas: prédios e espaços públicos; transporte; habitação; participação social; respeito e inclusão social; participação cívica e emprego; comunicação e informação; e apoio comunitário e serviços de saúde.
Em Castelo Branco, o projeto, concebido pela Organização Mundial de Saúde, está a ser posto em prática em parceria com a Câmara local e com a Associação Vida, promotora nacional da iniciativa.
O estudo, apresentado hoje em conferência de imprensa no IPCB, deverá estar concluído no final do verão, devendo a fase dos inquéritos terminar em abril.
Com início em junho de 2010, o projeto envolve, em todo o país, mais de 100 instituições, das quais 84 são câmaras municipais e 14 estabelecimentos de ensino superior.
O projeto Cidades Amigas das Pessoas Idosos decorrerá até dezembro e é co-financiado pela Direção Geral de Saúde e pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet