Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Aquele responsável falava na Covilhã na assinatura de um protocolo entre as autarquias, a direção regional e a Universidade da Beira Interior para realização do Plano Estratégico para o Património da Beira Interior.
O plano servirá para “passar à ação, porque a identificação do património e das carências está feita, mas não há uma estratégia global de intervenção: passámos tempo demais com intervenções casuísticas”, realçou.
O novo documento, que contará com o apoio técnico da UBI, “pretende partir para a ação, pois não nos interessa ficar apenas no diagnóstico”.
O resultado serão intervenções em monumentos, tais como igrejas, castelos e centros históricos “que dão identidade e que fazem parte da história do território”, destacou António Pedro Pita.
A ação vai abranger as regiões da Cova da Beira, Beira Interior Norte, Beira Interior Sul e Pinhal Interior.
Segundo o diretor regional de Cultura do Centro, “não será por escassez de fundos comunitários que as coisas não se fazem”, mas apelou à qualidade das propostas a apresentar pelos municípios.
Desde que haja “propostas credíveis” garante que haverá “uma comunicação eficaz com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.
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