Por: Diario Digital Castelo Branco/Diario Digital
Uma nova testemunha que nunca terá sido ouvida pelas autoridades veio garantir que na casa de Aiana de Cima, na aldeia do Meco, alugada pelos alunos da Lusófona naquele fim-de-semana que acabaria por ter um final trágico, estavam nove pessoas e não sete, como avançou o dux João
Uma nova testemunha que nunca terá sido ouvida pelas autoridades veio garantir que na casa de Aiana de Cima, na aldeia do Meco, alugada pelos alunos da Lusófona naquele fim-de-semana que acabaria por ter um final trágico, estavam nove pessoas e não sete, como avançou o dux João Gouveia, único sobrevivente da tragédia.
A informação resultou de uma investigação que tem estado a ser conduzida pela TVI. Segundo a estação de Queluz, a PJ nunca ouviu esta alegada testemunha.
Todavia, a investigação revelou que esta pessoa testemunhou os acontecimentos que precederam a trágica morte de seis estudantes da Universidade Lusófona no Meco.
«No sábado, às três e meia da tarde, estavam mais dois rapazes na casa [além de Tiago, Pedro Negrão e de João Gouveia]. Esses rapazes não estavam a participar na actividade: um saiu em sentido Norte, outro saiu em sentido Sul», adiantou Samuel Garcia, a alegada testemunha, em entrevista à TVI.
Ainda segundo a TVI, Carina Sanchez, uma das vítimas, terá tentado, a 6 de Dezembro, arrendar uma outra casa em Sesimbra, tendo enviado um e-mail ao proprietário desse imóvel a dar conta de que pretendia reservá-lo para os dias 13, 14 e 15 de Dezembro para «mais ou menos para 10 pessoas entre os 21 e os 28 anos».
Contudo, avança a estação, a casa já estaria ocupada, pelo que os jovens optaram por ficar em Aiana de Cima.
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