Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Presidente da República considera "uma ilusão" pensar que as exigências de rigor orçamental vão desaparecer após a conclusão do programa de ajustamento e avisa que pelo menos até 2035 Portugal continuará sujeito a supervisão.
O Presidente da República considera "uma ilusão" pensar que as exigências de rigor orçamental vão desaparecer após a conclusão do programa de ajustamento e avisa que pelo menos até 2035 Portugal continuará sujeito a supervisão.
"É uma ilusão pensar que as exigências de rigor orçamental colocadas a Portugal irão desaparecer em meados de 2014, com o fim do atual programa de ajustamento económico e financeiro. Qualquer que seja o governo em funções, o escrutínio europeu reforçado das finanças públicas portuguesas, bem como a monitorização da política económica, vai prolongar-se muito para além da conclusão do atual programa de ajustamento", escreve o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, no prefácio do "Roteiros VIII".
No texto, que tem como tema o pós-‘troika', o Presidente da República explica em detalhe as novas regras europeias de disciplina orçamental, "que irão condicionar de forma profunda a vida nacional nos próximos anos", focando em particular a "condicionalidade específica" a que estão sujeitos os países que recorreram a assistência financeira, como é o caso de Portugal, que obteve um empréstimo de 78 mil milhões de euros.
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