Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O estudo, que deverá estar pronto em junho, representa a segunda fase de uma recolha que vai contemplar todo o distrito e cuja primeira etapa incidiu no concelho da Covilhã.
Através de um inquérito, a APD pretende saber informações como o tipo de deficiência ou quais as maiores dificuldades dos cidadãos no seu dia a dia.
“O nosso objetivo fundamental não é sabermos quantas pessoas são, até porque esse trabalho já será feito pelos censos”, disse à Lusa a coordenadora do projeto, Raquel Magalhães.
Além dos centros de dia, os contactos para este levantamento são também efetuados junto das escolas do concelho e dos membros da APD.
A associação começou já, entretanto, a recolher dados nos concelhos de Fundão, Belmonte e Penamacor.
A primeira fase do estudo, referente ao concelho da Covilhã, mostrou que um terço dos deficientes inquiridos vive todos os meses com 250 euros ou menos.
A APD tem cerca de 600 sócios na região, que pagam uma quota anual de seis euros, valor que não chega para manter a sede em funcionamento.
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