Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O movimento contra as portagens na A23, A24 e A25 voltou à estrada, apesar do anúncio da suspensão do pagamento feito pelo governo esta semana, seguindo em marcha lenta, acompanhada de buzinão, até à cidade da Covilhã.
“Adiamento não significa que as portagens não vão avançar. Sinal disso é que a instalação dos pórticos para cobrança continua a ser feita”, afirma João Freire, elemento do movimento.
“Enquanto não houver garantia, por escrito, de que as portagens não vão mesmo avançar, não pararemos os protestos”, reitera.
João Freire refere ainda: “nem FMI, nem nada nos fará mudar de ideias. Somos totalmente contra as portagens nestas vias, onde não existem alternativas. Não aceitámos esta situação, nem com redução de preços”.
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