Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os presidentes contestatários à continuidade de Mário Figueiredo à frente da Liga mostraram hoje a indignação por verem os serviços encerrados, acabando por se reunir por baixo de um toldo de uma bomba de gasolina.
Os presidentes contestatários à continuidade de Mário Figueiredo à frente da Liga mostraram hoje a indignação por verem os serviços encerrados, acabando por se reunir por baixo de um toldo de uma bomba de gasolina.
Os dirigentes, entre os quais Pinto da Costa (FC Porto), Júlio Mendes (Vitória de Guimarães) e José António Simões (Académica), deslocaram-se para a sede da Liga depois de uma reunião numa unidade hoteleira do Porto e, quando chegaram ao local, ficaram visivelmente incomodados com o facto de as portas estarem fechadas.
Seguiu-se uma queixa à Polícia de Segurança Pública (PSP), que foi chamada ao local para comprovar que as portas estavam mesmo encerradas. Posteriormente, foram todos identificados na mesma bomba de gasolina, por forma a que a queixa se concretizasse.
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