Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O fundador do Banco Comercial Português (BCP), Jorge Jardim Gonçalves, considerou que a sua condenação no processo-crime, cuja sentença foi hoje conhecida, é um "momento penoso", mas realçou que confia que será absolvido após o recurso para tribunais superiores.
O fundador do Banco Comercial Português (BCP), Jorge Jardim Gonçalves, considerou que a sua condenação no processo-crime, cuja sentença foi hoje conhecida, é um "momento penoso", mas realçou que confia que será absolvido após o recurso para tribunais superiores.
"A condenação de hoje é, seguramente, um momento penoso", lê-se numa mensagem enviada por Jardim Gonçalves a um círculo próximo de familiares, testemunhas e amigos, a que a agência Lusa teve acesso, na qual o responsável reagiu à decisão do tribunal de o condenar a uma pena de dois anos de prisão, que fica suspensa mediante o pagamento de 600 mil euros, pelo crime de manipulação de mercado.
"Todavia, o facto de o tribunal ter considerado que tanto eu, como os demais colaboradores em julgamento, nada tivemos a ver nem com a constituição de 'offshores', nem com as compras e vendas de ações por elas efetuadas, faz justiça à posição que sempre sustentámos e que, finalmente, teve acolhimento, de que não houve qualquer plano para, via 'offshores', sustentar o título BCP, muito menos de nossa iniciativa e responsabilidade, como pretendia a acusação e continuam a pretender o BdP e a CMVM", realçou.
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