Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O PSD assinalou ontem o seu 40.º aniversário com uma cerimónia, no Porto, em que tiveram lugar intervenções do presidente do partido, Pedro Passos Coelho, e do seu fundador e militante n.º 1, Francisco Pinto Balsemão.
O PSD assinalou ontem o seu 40.º aniversário com uma cerimónia, no Porto, em que tiveram lugar intervenções do presidente do partido, Pedro Passos Coelho, e do seu fundador e militante n.º 1, Francisco Pinto Balsemão.
"Ninguém pode dizer que estes quarenta anos de democracia não têm também a marca do PSD", afirmou Pedro Passos Coelho, durante uma intervenção em que evocou a memória de Sá Carneiro e em que enalteceu o papel do partido para conseguir superar a situação de resgate financeiro.
"Não reclamamos nenhuma supremacia moral, mas dormimos bem com a nossoa consciência", afirmou.
Antes, Balsemão falara sobre as memórias e a matriz social democrata de um partido que passou por "mudança acelerada" e pediu aos militantes mais antigos presentes na cerimónia para se levantarem.
A cerimónia contou com a presença de antigos presidentes do PSD, com exceção do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.
Em março, o PSD anunciou que ao longo deste ano iria realizar um conjunto de iniciativas ao para comemorar os seus 40 anos e os 40 anos da democracia, organizadas por uma comissão presidida por Francisco Pinto Balsemão.
Na altura, foi referido que na cerimónia desta 3ª-feira, na Alfândega do Porto, seriam homenageados os militantes com 40 anos de filiação no partido.
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