Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O plantel do Sporting da Covilhã, equipa da II Liga de futebol, regressou ao trabalho, com 11 reforços e oito jogadores à experiência, num grupo em que falta um central e dois pontas de lança. O presidente do Sporting da Covilhã afirmou que a equipa de futebol não volta a jogar no Complexo Desportivo da cidade e espera iniciar a época no Estádio Santos Pinto, a necessitar ainda de algumas adaptações.
O plantel do Sporting da Covilhã, equipa da II Liga de futebol, regressou ao trabalho, com 11 reforços e oito jogadores à experiência, num grupo em que falta um central e dois pontas de lança.
Aos 12 elementos que transitam da última época juntam-se o lateral-direito Tiago Moreira (ex-Oliveirense), os médios Nana K (ex-Salgueiros), Djikiné (ex-Olympiakos Nicosia), Zé Tiago (ex-Oliveirense), Tatui (ex-Grémio Esportivo Juventus), Xeka (ex-Braga B) e os avançados Tiago Mendes (ex-Casa Pia) e João Traquina (ex-Sertanense).
Elenilson, extremo proveniente do Galícia, do Brasil, só chega na quarta-feira. Do plantel vão ainda fazer parte o lateral-esquerdo Fábio Pais e o "trinco" Titan, ambos juniores do Sporting da Covilhã, que sobem à equipa principal.
Às ordens de Francisco Chaló estão também os pontas de lança Barclay e Edivelton, os médios Flávio e o guarda-redes André, formado no clube. Os juniores Gelly, lateral-direito, Rubinho, médio, e o juvenil Vasco, médio centro, vão igualmente ser observados pelo treinador durante a pré-época.
José Mendes, o presidente, pediu aos jogadores que assegurem a manutenção "o mais rapidamente possível" e na Taça da Liga e Taça de Portugal vão o mais longe que conseguirem.
"Quero aqui jogadores com raça, que tenham empenho total, que tenham espírito de sacrifício e que haja união", pediu o dirigente.
Francisco Chaló pretende "fazer melhor do que no ano passado". O técnico considera que o plantel "está melhor servido na linha média e nos corredores" e espera contar com mais soluções que na época transata, apontando para um grupo com 25 a 26 jogadores.
"Não temos ainda o ramalhete todo pronto. Faltam-nos ainda dois avançados e um central", disse o treinador, que, no caso dos dianteiros, ainda vai avaliar os dois que estão à experiência.
O presidente do Sporting da Covilhã afirmou ainda que a equipa de futebol não volta a jogar no Complexo Desportivo da cidade e espera iniciar a época no Estádio Santos Pinto, a necessitar ainda de algumas adaptações.
O campo foi vistoriado e, para ter o aval da Liga, precisa de ser instalada uma bancada para os visitantes, mais sanitários e delimitar a zona técnica. A direção do clube espera algum apoio da autarquia para concretizar esses melhoramentos.
"Estamos à espera que a Câmara nos dê algum apoio nesse sentido. Se não acontecer, não jogamos no Complexo Desportivo da Covilhã. Vou jogar se calhar no estádio do adversário, a Viseu, a Lamego ou outro lado qualquer. No Complexo Desportivo os jogos oficiais terminaram", disse José Mendes, presidente do clube serrano.
Além da bancada com 400 a 450 lugares, para a qual o clube já pediu um orçamento, as restantes intervenções são "mínimas", "coisas de fácil resolução", de acordo com Emílio Fidalgo, o coordenador da comissão técnica de engenharia da Liga.
"São obras que em menos de um mês ficam prontas. O mais difícil é a adjudicação e arranjarem uma bancada. De resto, são coisas muito simples", considera Emílio Fidalgo.
Embora o Sporting da Covilhã tenha o direito de superfície, o estádio é propriedade da Câmara Municipal da Covilhã. O vereador com o pelouro do Desporto esteve no local durante a vistoria do responsável da Liga, mas não quis prestar declarações à comunicação social. Emílio Fidalgo diz tê-lo tentado "sensibilizar" para as condições mínimas a que o recinto deve obedecer para poder ser utilizado pelos serranos nos jogos da II Liga e Taça da Liga.
Para José Mendes, "é só preciso boa vontade por parte da Câmara em ajudar o Sporting da Covilhã".
O presidente anunciou há um ano o regresso ao antigo campo, para fazer a vontade aos sócios. Na altura foram feitas obras, mas as questões burocráticas foram adiando essa intenção.
Atualmente falta também a aprovação do regulamento de segurança por parte do Instituto Português do Desporto e Juventude, mas Emílio Fidalgo acredita que com as alterações por si impostas a situação ficará resolvida.
O Sporting da Covilhã deixou de utilizar o antigo estádio, a cerca de 900 metros, em 2005, altura em que se mudou para o Complexo Desportivo da Covilhã.
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