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Região 9 de maio de 2011

Castelo Branco: Empresários, utentes e sindicatos prometem continuar a lutar contra portagens na A23

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Empresários, utentes e sindicatos que se uniram no início do ano contra a cobrança de portagens nas autoestradas do interior, prometem continuar a contestação depois das eleições, dia 05 de junho.

Empresários, utentes e sindicatos que se uniram no início do ano contra a cobrança de portagens nas autoestradas do interior, prometem continuar a contestação depois das eleições, dia 05 de junho.

Todos defendem a isenção das autoestradas A24 (Chaves - Viseu), A25 (Aveiro - Vilar Formoso) e A23 (Guarda - Torres Novas) e a eventual suspensão do projeto não reduziu o empenho de quem está contra as portagens.

O movimento Empresários Pela Subsistência do Interior (ESI), que agrega centenas de firmas e entidades, vai apresentar os argumentos “aos cabeças de lista dos distritos da Guarda e Castelo Branco”, disse à Agência Lusa o porta-voz Luís Veiga.

Os índices de desenvolvimento abaixo da média nacional e a falta de vias alternativas são os principais fundamentos apontados para manter as autoestradas gratuitas.

O movimento destaca ainda os inquéritos a empresários “que apontam para despedimentos, encerramentos e deslocalização de empreendimentos”.

Com os mesmos argumentos, Luís Garra, coordenador da União de Sindicatos do Distrito de Castelo, vai mais longe e classifica a ideia de cobrar estas vias do interior como “um roubo”.

Seja qual for o próximo governo, “se houver portagens, sejam rosa, laranja ou vermelhas, nós cá estaremos para contestar esse roubo organizado”, assegura Luís Garra, tal como já havia feito no início do ano.

A União de Sindicatos pretende agora promover debates entre os candidatos às eleições legislativas pelo círculo albicastrense e o tema das portagens estará na ordem do dia.

João Freire, porta-voz da comissão de utentes das auto-estradas A23, A24 e A25, contesta da mesma forma qualquer intenção de cobrar portagens e crítica a falta de clareza de PS e PSD na matéria.

Chama-lhe um “jogo do empurra” que “confunde” a população, sendo que será preciso “esperar para ver quem vai continuar a propor as portagens”.

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