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País 14 de maio de 2011

Passos Coelho acusa Sócrates de fugir à realidade da recessão no primeiro trimestre do ano

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O candidato do PSD às próximas eleições legislativas acusa o atual primeiro-ministro e candidato do PS de fugir à realidade da recessão do início deste ano, sublinhando que foi causada “pelas políticas erradas” do Governo.

O candidato do PSD às próximas eleições legislativas acusa o atual primeiro-ministro e candidato do PS de fugir à realidade da recessão do início deste ano, sublinhando que foi causada “pelas políticas erradas” do Governo.

“Como é que este primeiro-ministro, só para não ter de reconhecer que as políticas que ele próprio liderou estão erradas, preferiu dizer, enganando o país, que o país ia crescer, as exportações estavam a crescer”, afirmou Pedro Passos Coelho, reagindo aos dados da recessão divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística.

Para o social-democrata, “sempre que a realidade não era aquela que o primeiro-ministro gostava, todos os dias o primeiro-ministro mudava a realidade através dos seus discursos”, disse, sublinhando que a atitude de José Sócrates “foi assim desde 2005”.

O líder do PSD foi mais longe e lembrou que “o que se passou em Portugal entre janeiro e março não tem nada a ver com o quarto Plano de Estabilidade e Crescimento nem com a ajuda externa que pedimos, mas sim com as políticas erradas que o engenheiro Sócrates e o PS seguiram nos últimos seis anos em Portugal”.

Passos Coelho falava durante um jantar com 1.600 militantes e simpatizantes na Malveira, concelho de Mafra, em que também participou o cabeça-de-lista pelo círculo de Lisboa, Fernando Nobre.

A economia portuguesa contraiu 0,7 por cento no primeiro trimestre do ano, tanto em termos homólogos como face aos últimos três meses de 2010, segundo a estimativa rápida do INE divulgada sexta feira divulgada, colocando Portugal em recessão técnica.

Além disso, a Comissão Europeia projetou um aumento do desemprego em Portugal para os 12,3 por cento este ano e 13 por cento em 2012, antecipando num ano a meta apontada pelo ministro das Finanças na conferência de apresentação do acordo com a “troika” internacional.

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