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País 17 de maio de 2011

Cavaco Silva sublinha aprovação do apoio a Portugal e lembra que a sua execução será "muito exigente"

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Presidente da República, Cavaco Silva, sublinhou hoje a importância da aprovação do programa de auxílio financeiro a Portugal pelos ministros das Finanças da União Europeia e realçou que a execução do acordo “será muito exigente”.

O Presidente da República, Cavaco Silva, sublinhou hoje a importância da aprovação do programa de auxílio financeiro a Portugal pelos ministros das Finanças da União Europeia e realçou que a execução do acordo “será muito exigente”.

Numa mensagem publicada hoje de manhã na sua página na rede social Facebook, Cavaco Silva sublinhou que a decisão de segunda-feira dos ministros das Finanças da UE “foi muito importante" para Portugal e também para a União.

“Portugal tem agora a responsabilidade de honrar os compromissos assumidos e encontrar um espaço para a justiça social e o desenvolvimento económico”, refere o chefe de Estado.

O Presidente da República realça ainda que “a execução do acordo de assistência financeira será muito exigente e irá pôr à prova a capacidade dos agentes políticos”.

“Confio na determinação dos portugueses para enfrentar este desafio. Como sempre demonstrámos ao longo da nossa História, vamos ser capazes de vencer esta etapa difícil da nossa vida coletiva”, sublinhou.

Os ministros das Finanças da Zona Euro e da União Europeia aprovaram na segunda-feira o pedido de assistência financeira a Portugal.

A ajuda será repartida em partes iguais de 26 mil milhões de euros pelo Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira (MEEF) e Fundo Monetário Internacional (FMI), o que dá um total de 78 mil milhões.

Para receber a assistência financeira, Portugal comprometeu-se a realizar um programa de três anos, junho de 2011 até meados de 2014, que inclui reformas estruturais para assegurar um aumento do potencial de crescimento da economia, a criação de empregos e a melhoria da competitividade.

O programa inclui ainda uma estratégia de consolidação dos desequilíbrios das finanças públicas, que prevê a redução do défice orçamental para 3,0 por cento do PIB até 2013, e um regime de apoio ao sistema bancário até 12 mil milhões de euros.

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