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Região 19 de maio de 2011

Investimento de 1,8 ME para centro de reabilitação e lares residenciais de Castelo Branco

Por: Diario Digital Castelo Branco

A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Castelo Branco investe 1,8 milhões de euros num novo centro de reabilitação, num lar residencial e na remodelação das instalações de outro espaço.

A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Castelo Branco investe 1,8 milhões de euros num novo centro de reabilitação, num lar residencial e na remodelação das instalações de outro espaço.

O centro de reabilitação, que resulta da ampliação das instalações da associação junto ao hospital da cidade, encontra-se em fase de acabamentos, estando prevista a abertura para depois do verão. A obra custou cerca de 600 mil euros.

Maria de Lurdes Pombo, presidente da APPACDM de Castelo Branco, disse à agência Lusa que o novo equipamento vai ter uma piscina para hidroterapia, uma sala de fisioterapia, gabinetes de psicologia e de nutricionismo, bem como novos espaços para a sala multi-sensorial Snoezelen e de tecnologias de informação.

O espaço vai ser aberto à população para a reabilitação de pessoas afetadas por casos de acidente vascular cerebral ou acidentes de viação.

A instituição espera celebrar acordos de convenção com o Serviço Nacional de Saúde, companhias de seguros ou a ADSE.

“Há que criar condições para a sua sustentabilidade, nada funciona se não for sustentável”, disse Maria de Lurdes Pombo.

O novo lar residencial, que está a ser construído noutro ponto da cidade, terá capacidade para 16 camas e custará cerca de 800 mil euros, sendo o maior dos investimentos em curso.

O espaço servirá também para investigar novas síndromes em parceria com instituições de ensino universitário, nomeadamente a Universidade do Minho.

No espaço deverá nascer ainda um “apartamento inteligente”, cujos equipamentos podem ser controlados com gestos simples.

Na mesma quinta estão a ser concluídas as obras de um dos edifícios existentes, com a remodelação dos quartos e a construção de casas de banho privativa em cada um deles, entre outros trabalhos.

A APPACDM de Castelo Branco nasceu em 1973 com sete crianças e hoje tem 343 utentes distribuídos pelas nove respostas sociais, da intervenção precoce aos lares residenciais.

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