Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, experimenta hoje, pela primeira vez nesta campanha, uma “arruada” importante, em Santa Catarina, no Porto, depois ter traçado a meta eleitoral de ultrapassar a força que PCP e BE tenham juntos.
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, experimenta hoje, pela primeira vez nesta campanha, uma “arruada” importante, em Santa Catarina, no Porto, depois ter traçado a meta eleitoral de ultrapassar a força que PCP e BE tenham juntos.
O dia de Portas começa com uma visita à União das Adegas Cooperativas da Região dos Vinhos Verdes, em Santo Tirso, prossegue no Hospital de Santo António, já na Invicta, onde à tarde pisa a Rua de Santa Catarina, palco preferencial das “arruadas” eleitorais, e janta na Alfândega do Porto.
Na segunda-feira à noite, perante cerca de 500 pessoas, a lotação esgotada da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Portas falou das sondagens, que são positivas para o CDS e não devem, por isso, “iludir”, como as sondagens das europeias não desanimaram.
“Não nos deixámos desanimar por essas e nem nos deixamos iludir por estas. Aliás, eu acho que essa é uma qualidade que o CDS tem, não desanima na adversidade, não é soberbo na esperança. Mantenhamos a humildade, o nosso estilo, a nossa atitude, trabalhemos todos os dias”, afirmou.
O apelo à mobilização ficou patente na fasquia colocada, primeiro na intervenção do cabeça de lista por Braga, Telmo Correia, e depois assumida pelo líder democrata-cristão: o CDS deve ultrapassar o somatório de BE e PCP.
“Nós sempre dissemos que o PS e o PSD não estavam empatados, eu sempre disse que Sócrates perderia. Mas ele [Telmo Correia] disse, e bem, que para haver uma nova maioria de mudança e de mudança a sério, é preciso que, pelo menos, o CDS tenha mais votos que o PC e Bloco juntos”, afirmou.
“Sabem porquê? É que se não tivéssemos, não haveria maioria, não haveria mudança. Eu disse pelo menos e o que eu disse é pura matemática”, concluiu.
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