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País 25 de maio de 2011

Sócrates lamenta "linguagem de agressividade total" da oposição e diz que PS é "força moderada e segura de si"

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O líder socialista, José Sócrates, lamentou que numa altura em que a situação do país exigiria a busca de “consenso, diálogo e entendimento” os partidos da oposição mantenham uma “linguagem de agressividade total” relativamente ao PS.

O líder socialista, José Sócrates, lamentou que numa altura em que a situação do país exigiria a busca de “consenso, diálogo e entendimento” os partidos da oposição mantenham uma “linguagem de agressividade total” relativamente ao PS.

Num comício em Vila Real, onde encerrou mais um dia de campanha eleitoral, Sócrates contrapôs que os socialistas se apresentam nestas eleições como “uma força moderada” e “segura de si”.

“O país enfrenta uma situação muito exigente e o dever de todos os partidos é estarem disponíveis para encontrarem áreas de consenso, de diálogo, de entendimento que possam servir o país. Esta é a atitude do PS que mais uma vez aqui quero declarar”, começou por afirmar.

E acrescentou: “E quando vejo outros partidos, com uma linguagem de agressividade total, quando vejo outros partidos entregarem-se ao mais básico dos sectarismos políticos para me atacarem pessoalmente e para atacarem o PS e dizerem que não querem nada com o PS eu digo, isso é uma atitude que não serve o nosso país, não serve os portugueses e não serve a nossa democracia”.

Em contraste, prosseguiu, o PS apresenta-se ao próximo ato eleitoral “como uma força segura de si, uma força responsável, uma força moderada”.

“Uma força que aqui está como partido do povo”, reforçou

Numa longa intervenção em que enumerou algumas das principais realizações do Governo em áreas como a saúde, a educação ou a ciência, o líder do PS manifestou-se ainda seguro da vitória no próximo dia 05 de junho.

“A única palavra que me ocorre ao espírito é essa: vitória. Porque essa palavra é decisiva nestas eleições. Deitaram o Governo abaixo, criaram uma crise política que muito prejudicou Portugal e toda a Europa (…) é fácil deitar o governo abaixo, provocar eleições mas é mais difícil ganhar estas eleições porque quem vai ganhar estas eleições é o partido do povo, o PS”, asseverou.

“Julgavam que era fácil, fizeram umas contas, olharam para as sondagens da altura, acharam que esse era o momento, a oportunidade. Pois quero dizer a esses senhores que quando um partido se esquece do povo, o povo não esquece esses partidos no momento em que o povo for votar”, declarou.

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