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País 8 de novembro de 2014

Surto de legionella não é habitual dada a magnitude e gravidade, admite Francisco George

Por: Diario Digital Castelo Branco

O diretor-geral de Saúde, Francisco George, admitiu hoje, em entrevista à TVI, que o surto de legionella verificado em Vila Franca de Xira «é um problema que não é habitual» dada «a magnitude e gravidade», anuncia o Diário Digital.

O diretor-geral de Saúde, Francisco George, admitiu hoje, em entrevista à TVI, que o surto de legionella verificado em Vila Franca de Xira «é um problema que não é habitual» dada «a magnitude e gravidade», anuncia o Diário Digital.

"As pessoas têm razões para estar atentas e preocupadas, é um problema que não é habitual, uma situação deste tipo, com esta magnitude e gravidade, não é habitual", disse o diretor-geral de Saúde, admitindo que surjam novos casos nas próximas horas e dias, dado que o período de incubação da doença é de uma semana a 10 dias.

"É possível haver mais casos nas próximas horas e nos próximos dias", disse Francisco George, considerando que as pessoas devem estar "alertadas e preocupadas, mas não alarmadas", até porque, só este ano, já houve 88 casos de 'legionella' em Portugal.

A bactéria da 'legionella', disse, "transmite-se por inalação, é respirada através da formação e produção de aerossóis, que são pequenas gotículas nos duches, nos repuxos, de tudo o que possa fabricar aerossóis, como por exemplo sistemas de ar condicionado, e uma vez que a água que esteve na sua origem tenha a bactéria, é provável a transmissão por inalação".

Esta bactéria, vincou o diretor-geral de Saúde, "não se transmite de pessoa a pessoa", pelo que a principal recomendação para os cidadãos, nomeadamente os da zona de Vila Franca de Xira, é "ter em atenção as comunicações dos meios de comunicação de referência que vão surgir depois da reunião de coordenação" das autoridades de saúde, que vai começar às 15:00.

Quanto aos grupos de risco, Francisco George apontou as pessoas com mais de 50 anos e os grandes fumadores, lembrando que a única vítima mortal, até agora, era um fumador "de mais de dois maços por dia", que por causa disso "tinha um fator de risco que determinou esta evolução".

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