Por: Diario Digital Castelo Branco
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) anunciou esta quinta-feira que a Polícia Judiciária (PJ) realizou buscas na quarta-feira a "um posto de trabalho individual de um colaborador", sem especificar a pessoa em causa, anuncia hoje o Correio da Manhã online.
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) anunciou esta quinta-feira que a Polícia Judiciária (PJ) realizou buscas na quarta-feira a "um posto de trabalho individual de um colaborador", sem especificar a pessoa em causa, anuncia hoje o Correio da Manhã online.
A nota enviada à agência Lusa pela assessoria do presidente da autarquia refere que as buscas, efetuadas no âmbito da operação conhecida como "vistos gold", foram realizadas pelas 09h30, dando cumprimento a uma decisão judicial de "mandado de busca e apreensão" ao posto de trabalho de um colaborador da autarquia.
No comunicado, a Câmara de Lisboa adianta ainda que "foram pela PJ recolhidos no posto de trabalho em causa todos os elementos de prova que entenderam por conveniente" e que "os serviços do município prestaram toda a colaboração que lhes foi solicitada" pela polícia.
Ligações a António Figueiredo
O canal televisivo SIC noticiou que os inspetores da Polícia Judiciária "procuraram todas as comunicações entre o departamento de Gestão de Património Municipal e António Figueiredo, ex-presidente do Instituto de Registos e Notariado", que se encontra em prisão preventiva no âmbito da Operação Labirinto, aos vistos 'gold'.
António Figueiredo é um dos altos quadros do Estado que se encontra detido, tal como Manuel Jarmela Palos, ex-diretor nacional do Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, e Maria Antónia Anes, ex-secretária-geral do Ministério da Justiça.
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