Por: Diario Digital Castelo Branco
O Sporting voltou, este sábado à noite, em Alvalade, agora para a I Liga, depois de derrotar, em jogo da 11.ª jornada, o Vitória de Setúbal, por 3-0. Um resultado avultado que os leões só conseguiram, no entanto, construir no segundo tempo, apesar do domínio quase avassalador exercido no primeiro tempo, anuncia o Diário Digital.
O Sporting voltou, este sábado à noite, em Alvalade, agora para a I Liga, depois de derrotar, em jogo da 11.ª jornada, o Vitória de Setúbal, por 3-0. Um resultado avultado que os leões só conseguiram, no entanto, construir no segundo tempo, apesar do domínio quase avassalador exercido no primeiro tempo, anuncia o Diário Digital.
Apresentando-se, pela primeira vez neste campeonato, com os avançados Montero e Slimani de início, o Sporting entrou em campo de forma dominadora, quase arrasadora, decidido a obter bem cedo o primeiro golo, aproveitando igualmente uma postura mais defensiva de um Vitória de Setúbal que, no primeiro instante, ainda deu mostras de querer fazer uma marcação alta, logo no meio campo… mas não conseguiu.
Fruto da ofensiva avassaladora dos homens da casa, a primeira e clara oportunidade de golo surgiria logo aos 4 minutos, para o Sporting, com Slimani a falhar “na cara do golo”, a passe de Cédric. Lance que, de resto, havia sido precedido de um outro, com François a cortar contra o mesmo Slimani e a obrigar Ricardo Baptista a defesa apertada.
Com os visitantes obrigados a recuar, tentando tapar os caminhos da sua baliza, aos 11 minutos, o Sporting voltava a estar muito perto de marcar, com Montero a aproveitar uma conquista de bola, de cabeça, de Slimani, para rematar ao poste. Sendo que, cinco minutos depois, na sequência de um livre directo em posição frontal já perto da linha de grande área, era Jefferson que obrigava o guarda-redes vitoriano a aplicar…
No entanto, apenas um minuto depois, o Sporting acabaria mesmo por marcar, por Slimani… em fora de jogo – Maurício, que havia feito o primeiro remate, estava fora-de-jogo, tendo o argelino aproveitado a bola a saltitar para marcar.
Num jogo praticamente de sentido único, tal era a pressão que o Sporting exercia, só aos 24 minutos os visitantes conseguiram expressar uma tentativa de contra-ataque, mas Paulo Tavares pouco mais conseguiu do que passar do meio-campo, acabando anulado por Nani.
Aos 27 m, centro largo da direita para junto do poste mais distante da baliza vitoriana, com Slimani a ganhar, mas deixar escapar o esférico para Ricardo Baptista. O argelino ainda se atirou para o chão, à procura da grande penalidade, mas o árbito Soares Dias já tinha assinalado fora-de-jogo… mal – era Nani e não Slimani que estava adiantado face ao último homem do vitória, sendo que o extremo não interferia na jogada…
Vendo a incapacidade do Vitória de Setúbal para contrariar o maior pendor ofensivo leonino, Domingos Paciencia promoveu, aos 28 minutos, a primeira substituição, fazendo uma troca de médios: saiu João Schmidt para a entrada de Ericsson.
Aos 36 minutos, novo lance de muito perigo para baliza visitante, com Jefferson a centrar da esquerda, a meia altura, e Montero, com um toque acrobático, a desviar para a baliza, com Ricardo Baptista a defender ‘in extremis’. Mais uma vez, o golo parecia perto para o Sporting, mas, depois, não acontecia…
De resto, foi já nos últimos minutos do primeiro tempo e durante os dois minutos de compensação dados pelo árbitro que o Vitória começou a conseguir aproximar-se da baliza de Rui Patrício, ainda que sem grande perigo. Isto ao mesmo tempo que o Sporting parecia perder um pouco de impetuosidade, deixando a dúvida como seria para o segundo tempo.
Soado o apito para os segundos 45 minutos, o domínio sportinguista voltou a imperar em Alvalade, ainda que de forma menos intensa do que na primeira parte. Embora a maior diferença relativamente ao primeiro tempo acabasse por residir não tanto no domínio, mas na finalização… e nos golos.
Aos 62 minutos, num lance que começava com falta de William Carvalho, que deu dois toques na bola ao repô-la em jogo na sequência marcação de um livre, Jefferson recebe o esférico na esquerda, desce pela linha e central largo, com o esférico a cair na pequena área vitoriana, onde surge Slimani, de rompante, a desviar para a baliza. Era o primeiro e muito desejado golo inaugural na partida, que permitia ao Sporting passar a jogar de forma mais tranquila… ou, pelo menos, assim se pensava – pois, reposta a bola em jogo, nova conquista de esférico pelos leões, que, lançando mais um ataque, viram Montero rematar forte à baliza do desolado Ricardo Baptista, colocando mais uma vez a bola na baliza do guarda-redes sadino. Desta feita, enganado por um desvio num colega de equipa…
Depois de um primeiro tempo de muita aplicação, mas sem resultados práticos, o Sporting conseguia a tão almejada tranquilidade na partida, numa altura em que Marco Silva já havia trocado Carlos Mané e Adrien Silva por Carrillo e João Mário. Substituições a que se seguiria, já depois dos tentos, a entrada de Capel, por troca com o marcador do segundo golo, Fredy Montero.
A partir daí, o Vitória de Setúbal ainda tentou entrar no jogo, mas a superioridade leonina era por demais evidente, tendo mesmo estado perto um terceiro golo sportinguista, na sequência de uma descida rápida pela lateral direita de Carrillo. Já perto da grande área adversária, o peruano fez um centro largo e rasteiro para o poste distante, para a entrada de Capel, mas o espanhol, a meio metro da baliza e com esta escancarada, tocou mal na bola, fazendo-a subir e passar por cima da trave. Simplesmente incrível!...
Mas se Capel não soube a fazer o terceiro golo, Slimani não deixou que o encontro terminasse sem voltar a mostrar como se faz: centro largo da direita de Carrillo, com o argelino a surgir mais uma vez na pequena área adversária e a marcar, sem hipóteses de defesa para Ricardo Baptista. Era o 2-0 para o avançado, que assim fechava com chave de ouro o triunfo leonino por 3-0...
FICHA DE JOGO
Estádio: Alvalade XXI, em Lisboa
Árbitro: Artur Soares Dias
SPORTING
Rui Patrício; Cedric, Maurício, Paulo Oliveira e Jefferson; William e Adrien Silva; Mané, Montero e Adrien; Slimani.
Treinador: Marco Silva
VITÓRIA DE SETÚBAL
Ricardo Batista; Pedro Queirós, Venâncio, François e Hélder Cabral; Advíncula, Paulo Tavares e Schmdit; Zequinha, Miguel Pedro e Manú.
Treinador: Domingos Paciência
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