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Economia 4 de dezembro de 2014

Portugueses valorizam cada vez mais descontos directos

Por: Diario Digital Castelo Branco

As ofertas de pagamento atraem cada vez mais os portugueses. Nesta época natalícia, e tal como no ano passado, os descontos directos nos produtos são a oferta mais valorizada pelos consumidores (68% contra 66% em 2013). O cash back, que consiste no reembolso de parte do valor pago, reúne agora 42% das preferências, substancialmente mais do que em 2013 (27%), de acordo com o Observador Cetelem.

As ofertas de pagamento atraem cada vez mais os portugueses. Nesta época natalícia, e tal como no ano passado, os descontos directos nos produtos são a oferta mais valorizada pelos consumidores (68% contra 66% em 2013). O cash back, que consiste no reembolso de parte do valor pago, reúne agora 42% das preferências, substancialmente mais do que em 2013 (27%), de acordo com o Observador Cetelem.

No terceiro lugar da lista de ofertas mais valorizadas para pagar as compras de Natal está o crédito sem juros. Esta forma de pagamento, que no ano passado conquistava 12% dos inquiridos, interessa agora a 15% dos consumidores. Ainda que residuais, as mensalidades reduzidas (2%) e o início de pagamento dois meses após a compra (2%) são outras das opções tidas em conta na altura de comprar os presentes de Natal.

São os indivíduos entre os 35 e os 44 anos que mais valorizam os descontos directos nos produtos (74%). Já os inquiridos entre os 25 e 34 anos revelam ser os maiores adeptos do cash back, com 50% dos consumidores a escolher este tipo de oferta.

«Descontos directos, cash back, crédito sem juros – todas as formas são boas para atenuar a factura neste Natal. Os portugueses valorizam cada vez mais esta variedade de ofertas, pois permite ao consumidor optar pela modalidade de pagamento mais adequada a cada uma das suas compras», explica Diogo Lopes Pereira, director de marketing do Cetelem. 

O estudo revela ainda que 44% dos portugueses tencionam utilizar cartão de fidelidade nas compras de Natal, um pouco menos do que em anos anteriores. Nos últimos anos o número de consumidores a usar cartão de fidelidade tem-se mantido constante: 53% em 2011, 50% em 2012 e 51% em 2013.

Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 30 de Setembro e 2 de Outubro de 2014. O erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%, anuncia o Diário Digital.

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