Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
As comemorações do 10 de Junho deste ano, em Castelo Branco, vão contar com uma “enorme redução” nos meios militares envolvidos, estando também prevista a inauguração do Museu Cargaleiro, adiantou hoje o presidente da Comissão Organizadora, António Barreto.
As comemorações do 10 de Junho deste ano, em Castelo Branco, vão contar com uma “enorme redução” nos meios militares envolvidos, estando também prevista a inauguração do Museu Cargaleiro, adiantou hoje o presidente da Comissão Organizadora, António Barreto.
“Já o tínhamos feito no ano passado, em Faro, dada a situação económica e financeira do país, e este ano deu-se um passo muito mais forte ainda nesse espírito de contenção, não haverá meios pesados, não haverá grandes carros, grandes viaturas, apenas uma brevíssima aparição de aeronaves, e no essencial teremos forças militares a pé, assim como antigos combatentes”, afirmou o presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, António Barreto.
António Barreto, que falava à agência Lusa depois de cerca de uma hora de audiência com o Presidente da República, no Palácio de Belém, onde esteve com os restantes membros da Comissão Organizadora a “acertar pormenores” sobre as comemorações, frisou que no desfile militar, durante a manhã de 10 de Junho, “haverá uma enorme redução de custos”.
O sociólogo adiantou que o programa das comemorações terá início no dia 9, com um jantar com o corpo diplomático, para além de uma homenagem a Amato Lusitano, médico albicastrense, nascido no século XVI, e a inauguração do Museu Manuel Cargaleiro, com a presença do pintor, natural do distrito de Castelo Branco, hoje com 84 anos.
Barreto, que já presidiu às comemorações em 2009 e 2010, referiu que o Museu resulta de uma “cooperação entre a Fundação Cargaleiro e a Câmara Municipal de Castelo Branco e que lá estarão expostas “milhares e milhares de obras de toda a vida” de Cargaleiro e de outros quadros que lhe foram sendo oferecidos.
“Este é um formidável património que visa enriquecer Castelo Branco e toda a região, vai poder vir a ser um pólo cultural interessante”, considerou, apontando a colaboração entre a Fundação e a autarquia como “um gesto exemplar” ao qual “o Presidente da República fez questão de prestar homenagem”.
Já no dia 10, terá lugar a cerimónia oficial e o desfile militar, seguindo-se o almoço na Câmara Municipal de Castelo Branco.
Os restantes elementos que compõem a Comissão Organizadora, nomeada pelo Presidente da República, são o antigo ministro da Educação e atual administrador da Fundação Calouste Gulbenkian Eduardo Marçal Grilo, o diretor da Faculdade de Engenharia da Universidade Católica Portuguesa, Manuel Barata Marques, o assessor para os assuntos culturais de Cavaco Silva, Pedro Rapoula, e César Vila Franca, ex-presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco.
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