Por: Diario Digital Castelo Branco
Se as eleições legislativas se realizassem hoje o PS venceria com 38,1% contra 26,7% do PSD e os socialistas teriam 4,5 pontos de vantagem sobre PSD e CDS-PP juntos, revela o estudo da Eurosondagem para o Expresso/SIC divulgado esta sexta-feira.
Se as eleições legislativas se realizassem hoje o PS venceria com 38,1% contra 26,7% do PSD e os socialistas teriam 4,5 pontos de vantagem sobre PSD e CDS-PP juntos, revela o estudo da Eurosondagem para o Expresso/SIC divulgado esta sexta-feira.
O PS sobe duas décimas em relação ao anterior estudo, enquanto o PSD perde duas décimas e o CDS cai um ponto percentual, para os 6,9%.
A CDU surge como terceira força política, com 9%, apesar de perder três décimas.
O Bloco de Esquerda, com 4%, recupera meio ponto percentual.
O PDR, de Marinho e Pinto, avança meio ponto, atingindo os 3%, enquanto o Partido Livre, de Rui Tavares, obteria 2,2%, subindo duas décimas.
No que toca à popularidade dos líderes politicos, o Presidente da República, Cavaco Silva, continua em queda, apresentando um saldo negativo de -1,2 pontos, agravando o resultado de -0,8 pontos do anterior estudo.
O líder socialista, António Costa, apresenta um saldo positivo de 12 pontos, subindo nove décimas.
Segue-se Paulo Portas, com oito pontos (+0,3 pontos), Jerónimo de Sousa, com 4,8 (sem variação).
O primeiro-ministro e líder do PSD, Pedro Passos Coelho, apresenta um saldo negativo de 9,9 pontos, melhorando em duas décimas.
FICHA TÉCNICA
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 5 a 11 de fevereiro de 2015. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados.
O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa.
A amostra foi estratificada por região: Norte - 20,7%; A.M. do Porto - 13,4%; Centro - 29,6%; A.M. de Lisboa - 26,5% e sul - 9,8%, num total de 1015 entrevistas validadas.
Foram efetuadas 1267 tentativas de entrevistas e, destas, 252 (19,9%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo: feminino - 51,7%, masculino - 48,3% e no que concerne à faixa etária, dos 18 aos 30 anos - 16,7%; dos 31 aos 59 - 50,8%; com 60 anos ou mais - 32,5%.
O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95%.
Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.
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