Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
Economia 21 de abril de 2015

Idanha-a-Nova: IPSS induzem aumento de 6% no total do emprego

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A atividade das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), em Idanha-a-Nova, Macedo de Cavaleiros, Montijo e Peniche, induz um aumento de 6% no total do emprego, conclui estudo da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade hoje apresentado.

A atividade das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), em Idanha-a-Nova, Macedo de Cavaleiros, Montijo e Peniche, induz um aumento de 6% no total do emprego, conclui estudo da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade hoje apresentado.

"Todos sabíamos que as IPSS são muito importantes e têm um impacto no Produto Interno Bruto [PIB] muito significativo, com cerca de 4% do PIB do país a resultar destas instituições", disse esta 3ª-feira o presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), padre Lino Maia, em Idanha-a-Nova.

O responsável do CNIS falava durante a apresentação do estudo "Impactes Económico e Social das IPSS", que teve como objetivo medir a atuação das IPSS em quatro concelhos, dois situados no interior (Idanha-a-Nova e Macedo de Cavaleiros) e dois no litoral (Montijo e Peniche).

Segundo as conclusões do documento, "as IPSS são responsáveis por um aumento de 3% do total da produção, de 9% do total de valor acrescentado bruto (VAB) e 6% do total do emprego", nesses concelhos.

Demonstra ainda que o custo suportado pela sociedade "é mais do que compensado pelos benefícios sociais que proporcionam" e adianta que "cada euro investido nas IPSS em análise gera, no mínimo, 2,46 euros de benefícios sociais" e que, nas respostas sociais de creche e de jardim-de-infância, "cada euro investido gera 3,93 euros de benefícios sociais".

Na resposta social de lar de idosos, cada euro investido gera 4,23 euros de benefícios e, em relação ao serviço de apoio domiciliário, cada euro investido equivale a 5,68 euros de benefícios.

Lino Maia explicou que o país não são só estes quatro concelhos abordados e adiantou que o estudo pretende dar um sinal, a nível nacional, e ao mundo sobre o que devem ser os verdadeiros desafios da economia.

"O estudo dará indicações e ajudará a construir uma nova economia ao serviço de pessoas novas", concluiu o presidente do CNIS.

Partilhar:

Relacionadas

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!