Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A empresa portuguesa de “software” Outsystems vai recrutar mais dez trabalhadores para a unidade de Proença-a-Nova até ao final de junho, atingindo assim os 50 funcionários, anunciou esta 6ª-Feira a empresa.
A empresa portuguesa de “software” Outsystems vai recrutar mais dez trabalhadores para a unidade de Proença-a-Nova até ao final de junho, atingindo assim os 50 funcionários, anunciou esta 6ª-Feira a empresa.
"Neste momento, estamos a contratar mais dez colaboradores até ao final de junho, data em que chegamos aos 50 colaboradores em Proença-a-Nova", disse Ricardo Araújo, da Outsystems.
A OutSystems fornece uma plataforma que permite às empresas criar, modificar e manter aplicações empresariais “web” e “mobile”.
Atualmente, o “software” desenvolvido em Proença-a-Nova é distribuído para os Estados Unidos, Holanda, Bélgica, Kuwait, África do Sul, Austrália e Dubai, e serve diferentes áreas de negócio, desde a energia, saúde (hospitais, farmacêuticas e laboratórios) a empresas de tecnologia.
Segundo este responsável, a expansão e o acréscimo de negócio da Outsystems está na base destas novas contratações de engenheiros informáticos.
Ricardo Araújo explicou ainda que o aumento de colaboradores para Proença-a-Nova faz parte de um plano mais amplo de expansão da empresa para os próximos dois anos.
"O objetivo da empresa é chegar nesse período aos cem colaboradores em Proença-a-Nova", adiantou.
À Lusa, o presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Paulo Catarino, mostrou-se satisfeito com este aumento de colaboradores na empresa de Proença-a-Nova.
"Sem hoje, 40 engenheiros informáticos já têm um peso importante na economia da vila [Proença-a-Nova], a prazo, os 100 colaboradores terão um peso decisivo, além da importância de termos uma centena de jovens qualificados que vêm residir para Proença-a-Nova e trabalhar para o mundo", disse.
O autarca sublinhou ainda que este é um exemplo de como se pode e deve acreditar no interior.
"O exemplo da OutSystems pode e deve ser seguido por outras empresas. O país teria muito a ganhar se este exemplo fosse seguido por outras grandes empresas", adiantou.
João Paulo Catarino aproveitou ainda para referir que as autarquias desde que lhe sejam dadas condições "podem fazer a diferença na captação de emprego e de investimento.
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